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Luiz Eduardo Caminha, Stammtisch, Confrarias, Patotas e...December 04 ENCONTROS DE STAMMTISCH – A polêmica do localLuiz Eduardo Caminha O nascedouro December 01 COLUNA DO CAMINHA
COLUNA DO CAMINHA 29.11.2006
Agressão Blumenau, no passado, sempre se notabilizou pela defesa da natureza. Um dos municípios brasileiros com a maior área de cobertura verde por habitante, Blumenau foi o primeiro município do interior do país a possuir um órgão da administração municipal ligado às questões ambientais. A par disso, também fomos vanguardas em ONGs de defesa do meio-ambiente. Isto parece passado. Na Rua República Argentina, uma das entradas da cidade, proximidades da Ponte dos Arcos, dois movimentos de terra atentam contra a natureza. A sensação que se tem, com a derrubada por terra de dois morros, é de que querem estender a planície costeira até a prainha. Ou não? Informações, ainda não checadas, dizem que outras “autorizações” deste tipo estão ocorrendo em vários pontos do município. E, parece, o silêncio engoliu a conivência. Onde estão nossas vozes de defesa da natureza? Socorro Lauro Bacca! Arnon Tonolli! Jorge Müller! ACAPRENA! SARITA! Não deixem as praias do litoral servirem de mote para aqueles que, destruindo nossa flora, querem estar mais próximos do mar! Hora da Cobrança Durante a campanha de 2004, o candidato a Vice-Prefeito Édson Brunsfeldt dizia que fariam uma devassa na Prefeitura para “apurar fraudes da administração anterior”. Já se passaram mais de dois anos e nada. Ou era denúncia sem fundamento ou alguma coisa esdrúxula provocou este silêncio. Com a palavra o Vice- Prefeito. Só se não quiser As fichas estão, de novo, na mesa do competente e dinâmico Presidente Estadual do PSDB, Dalírio Beber. Só não é Secretário de Administração do governo Luiz Henrique se não quiser. Nos últimos governos todos os Secretários de Administração se elegeram Deputado Estadual. Tanto para a cidade, mas muito mais porque merece, Dalírio teria uma recompensa por seu trabalho à frente dos tucanos. Na moita Por enquanto Dalírio continua na moita. Articula, com desenvoltura, junto ao Governador e Vice eleitos, o espaço do PSDB no novo governo. Se não quiser a Administração, Dalírio é um dos poucos privilegiados que pode escolher, “en petit comité”, um cargo a seu molde. É homem de confiança do Governo, mas ainda prefere os bastidores. Até quando, não sei! Espaço Outro com prestígio, mas da ala Pinho Moreira, é o peemedebista Eduardo Sitônio. Não pensem, entretanto, que este prestígio é maior que o de Renato Vianna. O ex-Prefeito goza da amizade e do respeito do Governador. Está alguns níveis acima de Sitônio na escala de valores das forças do PMDB de Blumenau, e é suplente da Câmara Federal. Em política, quem tem mais votos manda mais. Quem os tem e ainda goza do convívio pessoal do chefe, manda mais ainda. E quem não tem votos, consola-se com a música que a banda toca. Filas O desrespeito à lei que determina aos bancos um tempo mínimo de atendimento aos clientes pode estar com os dias contados. A Câmara analisa projeto do vereador Rufinus Seibt (PMDB) que prevê o incremento no valor das multas de 28 para 484 UFM´s (Unidades Fiscais do Município) por infração comprovada, a ser aplicada em dobro até a quarta reincidência. Convertida, a multa se aproxima dos R$ 30.000,00 reais. DPVAT Se você foi vítima de qualquer tipo de acidente de trânsito saiba que pode ter uma boa graninha para receber. O seguro DPVAT, incidente em todos os veículos a motor no Brasil, cobre despesas médicas até R$ 2,6 mil e paga indenizações até 13 mil. Confira seus direitos: ligue (47) 3041-0099. Encontro Deverá ir para a Rua Alberto Stein, na Vila Germânica, a XV edição do Encontro de Stammtisch em Março/2007. Pesquisa, de grupo em grupo e entre transeuntes, levada a efeito por Norberto Mette, é sintomática: 95% preferem o sábado e 90% topam uma experiência na Vila Germânica. Tudo batendo com a pesquisa do Site Stammtisch, Confrarias e Patotas http://www.stmt.com.br . Há que se considerar: 80% dos grupos e da população preferem a XV. Cansados Cansados de ouvir meia dúzia de “contras” - aqui mandam mais que os “a favor” - a Comissão Organizadora está inclinada a fazer esta experiência. Farão de tudo para que, lá, a festa supere a da 15. Se der certo, prometem: nunca mais voltam para a 15, mesmo que seus comerciantes venham pedir de joelhos. Casas Bahia Um Stammtisch tradicional, com acordeão e músicas alemãs foi surpreendido pela Casas Bahia, na rua 15. Pediram para diminuir o barulho do som mecânico, com rock e pagodes, das caixas de som de seus aparelhos em exposição, colocados estrategicamente em direção ao grupo. O som foi aumentado. O grupo ficou indignado. Juram: na Casas Bahia não compram nunca mais. É o troco! Troco Ouvi de muitos membros de Stammtische, indignados com alguns comerciantes da Rua 15 contrários à festa naquele local: “A maioria dos recursos da reurbanização da 15 veio de nossos impostos, a 15 é de todos e não só dos comerciantes”. Mais uma: “Lá em casa, ninguém mais vai comprar no comércio da 15”. Se a moda pega! Vá lá! São uns beberrões, como os “contra” dizem! Mas compram! No pódium O CD da dupla Rufinus Seibt e Ingo Penz que, com outros 5 componentes, formam o Grupo “Revivendo Tradições”. Munidos de instrumentos produzidos em Blumenau desde os tempos de colônia (exceção do Bandoneón do Rufinus e do Atabaque) escolheram “a dedo” 17 músicas, muitas delas entoadas pelos primeiros imigrantes. São os cantos (as “leader”), as tradições que vêm na fieira aberta pelos stammtische. Na guilhotina Os comerciantes da XV contrários à festa. Não enxergam um palmo adiante do nariz. Resgate Histórico Blumenau, década de 50 Rodoviária Antiga (Foto tirada do Morro onde hoje está o Parque São Francisco)
Colaboração: Alfredo Benthien
November 28 Ainda o XIV Encontro de Stammtisch
Festa adiada para sábado
Festa de rua é assim, o clima é que manda. Em catorze edições, apenas dois cancelamentos do Encontro de Stammtisch. Não pelo Sábado, mas pela chuva da noite anterior que não permitiu a montagem da festa. A montagem começa pelos voluntários da Comissão Organizadora: o número dos grupos são fixados na sargeta. Seguem seis caravanas de caminhões. A primeira com os “pipimóveis”, que vêm de Florianópolis, em seguida as Cervejarias: primeiro os caminhões com as barracas, depois com as mesas e outra com as cadeiras. Ao fim chopeiras, geladeiras, gelo e bebidas. Pela manhã, entre 6 e 7 horas, é a vez dos grupos, os Stammtische, com suas estruturas próprias de alimentação. Tudo está pronto as 9 horas. Parece pouco? Nesta edição, cada operação seria repetida 210 vezes. Total: aproximadamente 1530 operações estruturais – entre meia noite e 4 horas - e cerca de outras 420 dos grupos. Mas quando a chuva cai na noite precedente tudo vai por água abaixo. O jeito é cancelar. As regras são claras, todos sabem. Cancelada, a festa vai para o Sábado seguinte. A decisão deve ocorrer até as 23 horas. Isto porque começa outra operação: os grupos são avisados, um a um, via telefone. Resultado: cancelar um Encontro de Stammtisch é ruim para todos. Ninguém imagina estes bastidores. A par disto, toneladas de gelo são jogadas fora. Só a Bebidas Zarling expurgou 20 toneladas. A maioria dos grupos já está com suas iguarias preparadas ou em vias de processamento – há que se consumi-las ou doá-las. Dói em todos. Mas quem consegue mandar no clima? Sábado que vem, dia 25, começa tudo de novo. Desta vez sem chuvas. Esperamos!!!
Ainda o tempo
Perguntaram-me porque não se cancelou antes, já que havia um indicativo de prováveis chuvas? A resposta é simples. Primeiro a confiabilidade nas previsões. Costumam errar feio. Neste caso, nem foi isto. Os institutos nacionais previam chuva. Os locais e regionais, tempo nublado com possível chuva mais no final do período. O que ninguém previa era a chuvarada da noite anterior. E aí, nosso comandante, Norberto Mette, e a organização são obrigados a ficar atentos, minuto a minuto, em agônica espera. Decisão acertada. Mesmo que a festa fosse montada a chuva de Sábado empanaria o evento.
Polêmica
Outra vez a polêmica sobre o local ideal e o dia do Encontro. Como membro da Comissão Organizadora desde a 1ª. festa posso afirmar que não há qualquer decisão tomada sobre este imbróglio. Todas as demandas – às vezes impertinentes – de comerciantes da XV, foram atendidas. A fumaça não existe mais desde a 8ª. edição, com a incorporação do Centro Histórico. De concreto uma pesquisa no Site Stammtisch, Confrarias e Patotas http://www.stmt.com.br revela que 80% preferem a 15. Só 15% votaram a favor da Vila Germânica. Quanto ao dia, 95% preferem o Sábado. Ademais façam como eu fiz. Por três ocasiões compareci à Rua 15 no terceiro e quarto Sábados do mês. A maior concentração de pessoas restringe-se a um grupo de cafezinho na Lanchonete Chinês. A rua fica quase deserta. Mais: há comerciantes, dignos de crédito, que acusam um incremento nas vendas na semana que segue aos Encontros.
Matéria distorcida
Uma matéria veiculada na edição do Jornal de Santa Catarina de 15.11.2006 acabou induzindo a uma distorção: informava que a Comissão Organizadora já estudava a transferência da festa. Mais, na sessão “fala internauta” o jornal apresentou apenas a opinião dos que são contra à festa na 15. A enquete questionava: “você é favorável às mudanças do Encontro?”, como se já fosse matéria decidida. Prevaleceu a opinião dos eternos descontentes: 30 pessoas responderam: 18 favoráveis à Vila Germânica, 07 à Rua 15 e 3 favoráveis a um outro lugar. Qual o interesse por trás? Não sei, nem consigo explicar! Ou melhor: sei, mas vou deixar que deduzam!
Paradoxo
Mais perplexo fiquei ao ver o resultado de uma enquete que o Santa não deu notícia. O jornal perguntou: Qual o melhor local para a realização do Stammtisch? Pasmem: 60,92% apontam a Rua 15, 30,61%, a Vila Germânica e 5,46% apontam outro local. Qual será a verdade?
Enquanto isso...
Cidades do mundo inteiro evoluem para o desafogamento do Centro via interdição do trânsito de veículos. Alegam qualidade de vida. Algumas são radicais: vide Curitiba. Na Suíça, em Zermatt, o trânsito só é permitido aos carrinhos elétricos grátis para 6 a 8 pessoas. Carros de passeio e ônibus de turismo têm que ficar em Tasch, uma vila antes de Zermatt. Mas trago outra experiência brasileira. Em Gramado, no Natal Luz (copiado de Blumenau e executado com muito mais competência), o trânsito do centro é interditado por 4 horas, TODOS OS DIAS, durante 30 dias – neste ano serão 60 dias. Não é diferente na Páscoa. O trânsito torna-se um caos, filas quilométricas. Tudo por causa do desfile. Lá, entretanto, diferente daqui, o povo aplaude, o comércio exulta, e a imprensa... bem, a imprensa acha maravilhoso. Verbas de anúncios publicitários chovem nos jornais e TVs. Há uma espécie de cumplicidade pelo bem da cidade, que lucra com isto, gera empregos. Descontentes existem, por certo. Uma minoria, como aqui. Mas lá, ninguém lhes atribui importância, ao contrário daqui.
Charme
Na sétima ou oitava edição esteve aqui um fotógrafo de uma revista alemã e uma equipe da Deutsche Welle. Todos eram unânimes: “não perder nunca o inédito da festa: interditar a principal artéria central da cidade para confraternizar, celebrar a vida. É único no mundo”. Pois é!
Blumenau Turística
Parque Ecológico Spitzkopf
Distande 15 km do centro de Blumenau, no sul (bairro GARCIA), possui uma área de 5.000.000 m2 de mata Atlântica virgem, um verdadeiro paraíso silvestre, com nascentes, cascatas e piscina natural. Diversas trilhas permitem percorrê-lo à pé como a que leva ao ponto mais alto do parque, a 936 m de altitude. Possui instalações para pernoitar dentro do parque. A tradução de "Spitzkopf" é "Cabeça Pontiaguda". Infra-estrutura: Pousada no local. Do alto do Spitzkopf, em dias claros avista-se o litoral.
No pódium
O empresário Chico Fiedler, proprietário da atração mais visitada de Gramado: Sua exposição de carros antigos, que poderia estar em Blumenau e só não está porque faltou interesse político da cidade e por causa dos contras, aqui uma instituição que parte da imprensa vive a dar trelas.
Na guilhotina
Os contra tudo!!!
Resgate Histórico
Grupo de Bolão da “Schützengesellschaftverein Blumenau” (hoje Tabajara Tênis Clube) - Os Stammtische em Blumenau adquiriram uma característica própria, hoje comum na Alemanha: associar a seus encontros uma atividade social (bolão, skat, bocha, futebol, etc)
Fonte: arquivo histórico José Ferreira da Silva Colaboração: Suely V. Petry November 16 XIV ENCONTRO DE STAMMTISCHCOLUNA DO CAMINHA (Especial: Stammtisch) Festa pra ficar Dia 18 próximo, Sábado, Blumenau reúne, uma vez mais, em Plena Rua 15 de Novembro cerca de 6 mil integrantes dos Stammtische e outras 10 mil pessoas que vêem curtir a segunda maior festa de nossa cidade: O Encontro de Stammtische. Encarada de forma simplista, a tradição dos Stammtische, já parece ser uma coisa comum. Mas não era assim antes do ano 2.000. Foi com o Programa Stammtisch, uma sugestão do Norberto Mette e que, com muito orgulho, produzimos e apresentamos na TV Galega desde Abril de 2.000, que todo o resgate ou a re-invenção desta tradição começou. Não fosse este marco inicial e o Encontro destas confrarias, uma idéia do Horácio, programada inicialmente para o Pavilhão A da Proeb, poderia ainda estar repousando na prateleira das idéias não executadas. Foi com o sucesso obtido pelo Programa junto aos nossos grupos de “happy hour”, as nossas patotas de futebol, os grupos de amigos de bocha, bolão, etc que iniciamos uma pedagogia provando que o seu espírito, o seu jeito de ser, nada mais era do que a semente dos Stammtische, aqui plantada nos fins do século XIX. Foi graças a isto que, em 02 de Agosto de 2.000, o Programa e o Instituto Blumenau 150 anos se uniram para viabilizar um encontro que já estava por ser cancelado (apenas cinco grupos constavam como participantes). No dia 26 de Agosto, quando se iniciavam os festejos de 150 anos da cidade, 17 grupos compareceram a 15. Hoje são mais de 200 grupos. A festa está consolidada e a tradição definitivamente resgatada. Ein Prosit! Resgate ou reinvenção? Encarado como resgate cultural ou como re-invenção de uma tradição adaptada às exigências do mundo moderno, o fato é que conseguimos fazer ressurgir um nome que havia, como tantos, sucumbido ao nacionalismo xenófobo da era pré- Vargas, corroborado que foi por este. À frente do Programa Stammtisch, este colunista “teutomanézinho”, junto com o Instituto Blumenau 150 anos (Norberto Mette), o Blumenau Convention & Visitors Bureau (Célio Kienolt), o Sindilojas (Márcio Rodrigues), sob a batuta de Ricardo Stoedick, acreditamos na idéia do Encontro destas confrarias viabilizando-o. Foi assim que tudo começou. Sem tirar nem por. Mas, não resta dúvida, se não fosse o Programa Stammtisch, puxando este rastro, se não fossem os grupos, que vestiram a camisa da tradição, certamente eu não estaria escrevendo sobre este assunto e a festa sequer estaria acontecendo. Lá como cá Na Alemanha, onde os Stammtische são uma verdadeira instituição, as festas de rua (Strassenfest) continuam acontecendo. Aqui, nesta colônia germânica, inventamos uma Strassenfest diferente, única no mundo, onde não apenas a família vem confraternizar, mas, sobretudo, os Stammtische vem reeditar, em plena artéria principal da cidade, a sua “reunião”. Potencial turístico Tornar o Encontro um atrativo turístico é, agora, o grande desafio. A festa já é copiada por mais de 40 municípios catarinenses. Se vale minha sugestão, uma idéia seria promover na semana do Encontro uma Feira/Festival de Gastronomia ou até uma Festa Brasileira das Tradições, tendo e Encontro em seu calendário de atrativos. Mas, como idéias são idéias, deixo esta parte para o Mette, que não tem medido esforços para recuperar a imagem turística da cidade. Stammtischgeist Lembro da 1ª. festa quando apenas um grupo, o Stammtisch Blumenau, orgulhava-se de ostentar este nome em sua barraca. Aos poucos – no início timidamente – o nome foi ressurgindo e hoje tornou-se uma das palavras de origem germânica absorvidas por nossa gente. Mas, o espírito dos Stammtische, o seu jeito de ser – o Stammtischgeist - único no mundo, já fazia parte de nossas patotas. Ali se celebra a amizade, a vida e os laços são muito mais fortes do que nos similares brasileiros. O Stammtischgeist abrange o compromisso de uma verdadeira Confraria aonde todos se fazem irmãos. Nós e Santos Dumont A idéia de voar remonta aos confins da humanidade. Um brasileirinho, Santos Dumont, a viabilizou. Certamente não imaginava que gigantes, com mais de 800 pessoas a bordo, estariam 100 anos depois, reeditando seu histórico vôo do 14-Bis. A idéia do Encontro tem 12 anos. Em 1993/4 o Horácio já falava a respeito. Em 2.000 conseguimos viabilizá-la com 17 grupos, 433 participantes. Como Santos Dumont, nem nós, nem o Horácio, imaginávamos chegar a tanto. E nem foi preciso esperar 100 anos. Bastaram 6. October 23 Sábios ConselhosM E N S A G E MLuiz Eduardo Caminha
July 25 Dedicado à Seluta e a todas as mulheres de luta!!!L U T A (Às Mulheres)
Que lutas Tu lutas, Labutas, Incansável mulher!
Que brados Tu bradas, Tu clamas Reconhecida? Se... quer!
Quantos filhos, Pusestes, Gemendo, Neste mundo de dor?
Quantos fecundos? Quantos mambembes Quantas sementes De teu ventre se fez?
Quantos acaso, Tuas ânsias espelharam, Teus anseios gritaram, Te honraram, mulher?
Quanto ainda Terás que gritar: "Liberdade, liberdade, Eu quero igualdade!!!"
Por Luiz Eduardo Caminha
Respeite os direitos autorais. Autorizado publicar desde que citada a fonte e autor. June 29 II Encontro de Autores, Escritores e Poetas do Portal CEN - "Cá Estamos Nós"Foi no Rio de Janeiro, a eterna cidade maravilhosa, tão violenta ultimamente. Aconteceu entre 9 e 11 de Junho, no Forte de Copacabana. Foi muito legal. Um verdadeiro encontro de gente de sentimento, gente que pensa como a gente, que sonha com um mundo melhor.
A Abertura do Evento, como não poderia deixar de ser, contou com a participação do Diretor do Portal CEN “Cá Estamos Nós”, Carlos Leite Ribeiro, que veio de Portugal para abraçar-nos e lançar seu livro eletrônico (em CD) "Capricho Humano. O romantismo esteve a mil. Também com aquele cenário dominando toda a orla de Copacabana. Teve Artur da Távola, falando sobre a internet na literatura, Edir Meirelles dizendo tudo sobre Camões e Lena Ommundsen que deu um show sobre sua recente tese de Pós- Doutorado, na França (ela fez tudo lá - Mestrado sobre Jules Verne, Doutorado sobre Honoré de Balzac e agora esta tese sobre Marguerite Duras - "O Amante").
Tudo isto embalado com uma banda muito porreta do Luiz Poeta, Marco Aurélio, Reynaldo Sanchez e Romero Silva, que nos brindaram com muita Bossa-Nova.
A Coordenação do Evento contou com a trovadora Maria Nascimento S. Carvalho e mais um grupo de amigos que ficaram nossos amigos.
Mas o que valeu mesmo foi tornar pessoal, ao vivo, os contatos virtuais. Sabe, gente, a internet promove este milagre. Parecia que todos já se conheciam há muito tempo.
Bem, chega de falar. As fotos estão aí do lado. Valeu muito. Tudo de que eu precisava para desestressar.
"Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará." ( SL 37,5 ) Amor, Paz e Bem, que não custa nada a ninguém!!! Grande Abraço,
Caminha June 18 PerdãoEu sou mesmo um relapso. Com tanto trabalho no site - visitem: http://stmt.com.br - mal tenho tido tempo para meu espaço msn. Preciso me programar para adicionar mais entradas. Também!!! Os probleminhas de saúde ainda insistem em me incomodar. Daí é fogo! Sufôco! Mas Deus, consôlo sei que me dará.
Estive participando, entre uma consulta em São Paulo e outra no Rio, do II Encontro de Autores, Escritores e Poetas do Portal CEN - Cá Estamos Nós" http://www.portalcen.org/cen/index.htm. Um show!!! Vou postar notícias e fotos em breve.
Por enquanto, no meu site http://stmt.com.br dá para ver como foi.
Basta rolar a página inicial até "Últimas" e, aí, é só clicar. Lá, publiquei notícias sobre o Evento. MAS, ATENÇÃO: Leia até o final e acesse os links para as fotos e poemas de alguns autores do Portal CEN. Vocês verão qualidade e sentimento.
Amor, Paz e Bem que não custa nada a ninguém!!!
"Tudo o que desejares que os outros te façam, fazei-o tu primeiro a eles" (Mateus 7,12)
Grande Abraço,
Caminha May 11 Deus se faz...CONTRASTES Luiz Eduardo Caminha
A cor azul turqueza Faz o contraponto, Com a palidez Da linha do horizonte.
Acima de mim, o céu, Vestido de azul claro, Espera o manto dourado, Dos raios vindos do Leste.
A última estrela da manhã Vê, aos poucos, brilho apagado, O nascer de um novo dia.
No meio do oceano, Como uma casca de noz, Flutuando na lagoa, Eu sinto o Universo gigante.
Na madrugada de instantes atrás Relâmpagos e trovoadas, Faziam da chuva, tormenta Contrastes da aurora iluminada.
Tantas forças que se opõem! De noite o vendaval, De dia, a serena paz.
Não há como negar: Deus existe! E SE FAZ!!! April 30 História da Cerveja em BlumenauHISTÓRIA DA CERVEJA EM BLUMENAU Por Luiz Eduardo Caminha
Em 1859, com a população de 943 habitantes Blumenau produzia 17.400 medidas de Cachaça. Tanta que a bebida aparecia entre os produtos que eram “exportados” da Colônia para outros lugares. Neste mesmo ano a Cervejaria existente produzia cerveja que era toda consumida pela população local.
Em 02 de Setembro de 1859 era fundada a “Schützengesellschaftverein Blumenau” (hoje Tabajara Tênis Clube), o primeiro Schützenverein de Blumenau. Eram em número de 100 os seus sócios e, em seu interior, consumia-se a Cerveja, a Cachaça, além de vinhos provenientes da Europa, notadamente o Vinho do Porto. Nesta época, a cerveja era produzida de forma rudimentar e artesanal até que em 1860 pelas mãos de Heinrich Hosang, quando Blumenau tinha apenas 960 habitantes , surgiu a Primeira Cervejaria de porte industrial.
Em 1875 surgiu a Richbieter Brauerei produzindo cerveja clara (Bavária) e escura (Schwartzbier). Na Itoupava Seca funcionava a Cervejaria de Otto Jennrich, ponto de reuniões alegres e muita cantoria durante noites e mais noites bem regadas por garrafas de Polar, Estrela e Kulmbach.
Em 10 de janeiro de 1883 encerrava-se a vida da Colônia Imperial de Blumenau, com instalação oficial do Município de Blumenau.
Desta época, é importante observar o levantamento estatístico da Colônia que contava com 16.380 pessoas, dos quais 11.108 alemães e seus descendentes, 1.895 tiroleses, 1.023 italianos, 393 austríacos, 118 suíços, 276 de outros países. Os luso-brasileiros somavam 1.567, cerca de 9% do total de habitantes.
Alguns outros dados são importantes referenciais deste censo. Havia, por aqui, 10 padarias, o que já demonstrava a vocação inequívoca para os pães, doces e tortas, 32 casas comerciais, 12 hotéis e casas de pasto (restaurantes), 36 botequins, 8 cervejarias e 4 fábricas de vinho e vinagre.
Vale dizer: local era o que não faltava para uma Cerveja ou uma cachacinha.
Aliás, o hábito de tomar cerveja já era tão arraigado nestas terras que este mesmo levantamento econômico, da recente extinta Colônia, mostrava na sua pauta de exportação: milho, feijão, arroz, farinha de mandioca, aguardente, vinhos de frutas, açúcar, farinha de araruta, tabaco, manteiga, carne de porco e banha, mel de abelhas, cera, ovos e aves, madeiras em tábuas e pranchões e couro.
Com 8 fábricas de cerveja, população de apenas 16.380 habitantes (uma cervejaria para cada 2 mil habitantes) o precioso líquido era todo, mas todinho, consumido aqui. Não sobrava uma gota, um frasquinho sequer, um mínimo vestígio que servisse para engrossar a pauta de produtos exportáveis da Colônia Blumenau.
A história das Cervejarias de Blumenau acabou pela década de 1960/70, com a impossibilidade de concorrer com as grandes marcas nacionais. Em 1985 a Cervejaria Continental, subsidiária da Brahma, bem que tentou produzir cerveja na Praça Hercílio Luz, no recém inaugurado Biergarten. A experiência foi frustrante, até que cansado em ter que responder aos amigos de São Paulo que a cerveja consumida aqui em Blumenau era a mesma que eles consumiam em sua cidade, ou seja, as grandes marcas nacionais, o jovem Juliano Mendes botou na cabeça que era preciso uma cerveja própria, produzida em Blumenau. Desta fixação, nasceu a Eisenbahn. |
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